Entre as ações realizadas pelas equipes técnicas estão o sacrifício sanitário de 17 suínos na propriedade afetada, seguido da limpeza e desinfecção completa do local e do enterro adequado dos animais, conforme as normas sanitárias vigentes. As medidas são fundamentais para eliminar o foco e impedir a disseminação do vírus para outras propriedades. A Adapi também assegura que o produtor afetado será devidamente indenizado pelo Estado, conforme estabelece a legislação vigente.
A Agência mantém vigilância ativa na área perifocal, com monitoramento das propriedades próximas ao foco.No momento, a Agência mantém vigilância ativa na área ao redor do foco de infecção, com monitoramento das propriedades próximas ao foco, com o objetivo de identificar precocemente qualquer possível novo caso. Paralelamente, equipes técnicas realizam ações de educação sanitária junto à população local, orientando sobre medidas de prevenção, reconhecimento dos sinais clínicos da doença e a importância da notificação imediata.
De acordo com a coordenadora de Sanidade Suídea da Adapi, fiscal estadual agropecuária e médica veterinária Karoliny Mendonça, todas as ações previstas nos protocolos sanitários estão sendo executadas de forma rigorosa, garantindo o controle da situação e a proteção da suinocultura no estado.
A Adapi reforça ainda que qualquer suspeita de doença em suínos deve ser comunicada imediatamente aos escritórios da Agência, para que as medidas sanitárias necessárias sejam adotadas com rapidez. O órgão também esclarece que o consumo de carne suína pode ser realizado normalmente, pois a Peste Suína Clássica não é uma zoonose e não oferece risco à saúde humana.