Adapi controla entrada de bananeiras para não contrair praga devastadora
15/09/2013 às 10:38 Atualizado em 15/09/2013 às 14:55 2 min de leitura

Na Central de Abastecimento do Piauí (Ceapi) a abanana é um item que não pode faltar nas prateleiras, um dos alimentos de maior saída no local.
José Luís Moraes, que é comerciante e produtor da furta há quase 20 anos conta que nesse ano as vendas estão bem favorecidas. “Nós não estamos tendo a concorrência do caju e da manga em função da seca, assim, à banana continua com as vendas boas”, disse.
Mas o problema está sendo a praga Sigatoka negra, uma das mais perigosas e comprometedora na produção da fruta. Luciene Monteiro, assessora da coordenação da defesa vegetal no estado explica que se um bananal contrair a praga dificilmente a plantação será aproveitada. “O efeito dela é devastador. O ataque começa pela folha, com manhas marrons claras até fica negra e assim a fotossíntese deixa de existir”, explicou.
De acordo com a especialista, para prevenir ainda mias contra o risco da praga é preciso que os produtores estejam atentos a alguns sinais que aparecem na folha da bananeira. “O produtor deve coletar uma folha que tenha o maior numero de sintomas, que seriam manchas escuras, manda pra Adapi e, nós enviaremos para o laboratório da Embrapa para a realização de um laudo”, falou.
Com anos de experiência no ramo, Jose é um profundo conhecedor da praga e, mesmo sabendo que o Piauí está livre ele diz temer que ela chegue até o estado. “Temos que evitar os vetores de transmissores como veículos, embalagens que venham de região contaminado”, alertou.
Fonte: G1 PI
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