De acordo com Armando Agnaldo, o movimento grevista é uma resposta da categoria contra a privatização do seu plano de saúde, o Correios Saúde. Com a implementação da Postal Saúde, empresa de capital misto que em janeiro deste ano passou a gerir o plano de mais de 120 mil funcionários no Brasil, o Correios Saúde, apontado até então como um dos melhores benefícios da categoria, se torna inviável para os funcionários ecetistas, que terão de arcar com despesas adicionais para manter a cobertura de seus dependentes (pais, idosos e filhos), além de pagar um percentual maior em cada procedimento médico.

A categoria afirma que a greve é motivada pela privatização do plano de saúde dos trabalhadores, quando uma cláusula afirma que a empresa deveria ser a gestora do plano. Ainda segundo Armando Agnaldo, na próxima segunda-feira (24), haverá uma nova assembléia de conciliação da classe, marcada para as 16h00.
“Terá uma reunião de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e se não houver acordo vamos para o julgamento do dissídio coletivo dos Correios”, declarou.
Armando Agnaldo
