A paralisação foi definida pela Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde, que reúne mais de trezentos mil filiados em todo o Brasil. De acordo com os agentes, durante três dias (13,14 e 15) a categoria permanecerá de braços cruzados, em defesa do piso salarial nacional, entre outras reinvindicações, como a regulamentação do PL/65 que cria o piso salarial nacional, 20% de insalubridade, 10% do PIB para a saúde e melhores condições de trabalho.
Em Barão de Grajaú a manhã de terça-feira (13) foi movimentada. Os profissionais fizeram caminhada pelas principais ruas da cidade, levando a população esclarecimentos sobre os motivos da manifestação.
Agentes de Saúde de Barão de Grajaú.
Agentes de Saúde de Barão de Grajaú.
Agentes de Saúde de Barão de Grajaú. Já no município florianense os Agentes de Saúde e Agentes de Endemias participaram de uma assembleia realizada no auditório da Câmara Municipal de Floriano, onde discutiram os principais pontos da paralização nacional.
Agentes de Saúde de Floriano.De acordo com o Presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias de Floriano, Antônio Carlos, outro objetivo da paralização é mostrar aos gestores públicos, principalmente ao Governo Federal, a importância da regulamentação da Emenda Constitucional 63/2010, que desde 2010 foi aprovada e até o momento não foi regulamentada pelo Congresso Nacional.
Agentes de Saúde de Floriano.
Agentes de Saúde de Floriano.
