Ambulância pega fogo na sede do Samu e FMS diz que vai apurar caso
05/04/2017 às 08:57 Atualizado em 05/04/2017 às 09:06 2 min de leitura
Das dez ambulâncias utilizadas no atendimento de urgência e emergência em Teresina, apenas três estão circulando.
O diretor jurídico do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserm), Anselmo Pinheiro, disse que não há nenhum sinal de solução por parte da FMS. Os servidores reivindicam o retorno das gratificações retiradas.
O presidente da FMS Silvio Mendes classificou a paralisação como uma “atitude extrema, não justificada e ilegal”, já que segundo ele, as modificações foram conversadas com sindicato durante meses.
“Por três meses nós recebemos o sindicato e informamos o que estava acontecendo. A equipe de medicina do trabalho constatou que dos 8 mil servidores que recebem produtividade, 267 servidores recebiam irregularmente. O Sindicato protestou e faz o acompanhamento da revisão, caso seja constatado o direito, eu, mais que ninguém vou ficar feliz em pagar, inclusive com reposição. Mas, não vou fazer qualquer ilegalidade sob qualquer justificativa”, declarou.
Sobre o incêndio na ambulância, o presidente da FMS disse que será apurado e que também será investigado o servidor que não deixou uma equipe com médico, enfermeira e técnico de enfermagem, que já estavam na ambulância de saírem para prestar atendimento.
“O motorista se recusar a fazer um atendimento é ilegal. Isso não pode ocorrer. Vamos apurar todos os casos em que as ambulâncias, com quem queria trabalhar, foram impedidas de sair”, alertou Sílvio Mendes.
Fonte: Cidade Verde
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