Ao fazer ligação clandestina, homem morre eletrocutado em poste; 2º caso na capital
17/01/2019 às 13:15 Atualizado em 17/01/2019 às 14:34 2 min de leitura
"A gente chegou, ele estava em cima do poste. Pelo material que ele tinha, acreditamos que estava fazendo uma religação", disse o tenente Marreiro, do Corpo de Bombeiros.
Segundo Dauria Maria Alves, esposa da vítima, ele realizava o serviço para ajudar no sustento da família e recebia no máximo R$ 30 por cada religação.
"Todos que mexem com essas coisas têm o risco de morrer e sabem disso. Ele não usava luvas. A única coisa que usava eram as esporas e o cinto que ainda segurou ele. O que ele fazia ajudava muito do sustento da gente. Ele ganhava no máximo R$ 30. Uma dor muito grande. Nunca passei por isso. Minhas filhas vão sentir muito pelo pai", lamenta a esposa.
A orientação do Corpo de Bombeiros é que religações de energia elétrica sejam realizadas apenas por profissionais especializados com todos os Equipamentos Proteção Individual (EPIs).
No último dia 07, o eletricista Francivaldo da Costa Oliveira, 46 anos, também morreu eletrocutado em um poste de iluminação pública na zona Leste.
CEPISA ENVIA NOTA
Segundo informações obtidas com moradores da região, a vítima estava realizando uma auto-religação em uma unidade consumidora.
Após o acidente, equipes da Cepisa foram acionadas e compareceram ao local, constatando que o poste não estava energizado e que o corpo da vítima já havia sido removido pelo Corpo de Bombeiros.
A Distribuidora reforça que apenas profissionais habilitados e autorizados podem intervir na rede elétrica, com a utilização de todos os equipamentos de segurança necessários.
Fonte: CidadeVerde.com
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