Após demora no atendimento médico, preso morre na Vereda Grande
14/02/2011 às 11:55 Atualizado em 14/02/2011 às 11:59 1 min de leitura
A direção do presídio fez contato com o batalhão da Polícia Militar para pedir socorro, mas lá também não havia nenhuma viatura à disposição. De pronto os policiais acionaram o SAMU que se deslocou até o presídio, a cerca de 20 km do centro de Floriano.
Segundo a polícia, Geovane estava muito mal e veio a falecer pouco tempo depois do atendimento. As causas da morte ainda não foram divulgadas, mas a demora na prestação de socorro ao preso pode ter contribuído para o agravamento do seu estado de saúde.
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Comentários (1)
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Maria das Merces · 24/02/2011 às 16:02
Conheço a mãe deste detento, o Geovane, presenciei a Assistente Social dando a noticia de que esse rapaz tinha falecido em um hospital em Floriano, o infeliz estava preso aqui em Teresina, cuja culpa segundo a prória mãe ele teria sido apontado como envolvido em participação em ter pego um colar, após esse evento o mesmo foi transferido para Floriano, como ela é evangelica e tinha já por vezes conversado com ele para sair de más companhias, disse se ele entrasse em confusão com esse tipo de envolvimento, não contasse com ela. O que aconteceu lá no presidio ninguem sabe pois a noticia lida é que ele estava mal mas mal de que? essa é a pergunta, o Estado é responsável por esses infelizes que por vezes caem nessa sargeta e sem apoio de seus familiares reincidem em seus erros fazendo mal a sociedade, sabe Deus o que aconteceu com ele. No presidio garanto que carcereiros, assistentes sociais e a própria diretora do Presidio que é uma Assistente Social sabe o que aconteceu, porque não usa a própria conciência e chama a infeliz da mãe e conta a verdade, será que é medo de se comprometer com seus superiores e temem perder seus cargos? é bem melhor calar, abafar o caso ou os casos, pois li que já mataram um outro detento agora dia 21, sete dias após a morte do Geovane, não estou defendendo A ou B, sou uma cidadã e tomo ciência de tudo que ocorre em nosso Estado, e observo como esses presidios não tem estrutura nem pessoal para cuidar ou acompanhar situação sob qualquer aspecto de presidiários, os problemas se agigantam, a falta de agentes penitenciarios é patente, o governo está falido o sistema está falido os profissionais que deveriasm cuidar dos casos não teem a mínima condição de está dando apoio social aos familiares num momento desse. Ora se não tem dentro do próprio presidio, acho isso um caos. o nosso país está mesmo a beira de uma guerra interna. Vi hoje outra reportagem fiquei chocada bem aqui perto de nós no maranhão, rebelião no presidio a cabeça de um detento pendurada, e outros que estavam encostados discutindo a situação momentos depois foram filmados mortos. Deus do céu isso é horrivel onde estamos? que país é esse? isso é o que agente sabe num dado momento, e o que agente deixa de ver ou saber? Fica o meu repúdio registrado a falta de interesse do Estado em dar solução a problemas tipo esse, lá na frente estaremos com um batalhão de assaltantes formados nos própios presídios para nos atacar e a culpa de é de quem?