APPM pede ajuda à União para pagar o piso R$ 2,1 mil a professores
16/01/2016 às 08:09 Atualizado em 16/01/2016 às 10:12 2 min de leitura

“O que eu tenho dito é que jamais questionaríamos o pagamento do piso do magistério, até porque não houve aumento real, mas sim apenas uma reposição da inflação. O que tenho insistido é que o governo federal também tem que cumprir a Lei, fazendo a correta complementação”, enfatiza Arinaldo Leal.
Segundo uma projeção da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o aumento do Fundo Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que deveria financiar o salário dos professores, será, em média, de apenas 7%.
Já o piso é corrigido a partir da variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundeb.
Para a APPM, o principal impasse é a complementação do índice de reajuste com uma receita extra do Governo Federal, que inclusive está na lei que institui o Fundeb. Segundo a associação, a maioria dos municípios utiliza mais de 100% do Fundeb para o pagamento dos salários dos professores, quando a lei exige 60%. Esse complemento, segundo Arinaldo Leal, geralmente é retirado do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), impedindo que os gestores façam investimentos em outras áreas por terem que sanar o subfinanciamento do Fundeb.
Fonte: Cidadeverde.com
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