Artigo: Big Brother e o apelo imbecilizante e decadente
21/03/2011 às 12:42 Atualizado em 21/03/2011 às 12:55 2 min de leitura

O programa descamba cada vez mais para o ridiculo e teve o seu ponto alto este fim de semana quando um dos participantes aparece se masturbando.
A apelação é total, sem falar do festival de besteiras e situações apelativas que telespectadores expostos ao programa são convidados a assistir.
Tudo para recuperar uma audiência que vem desmorando a cada dia. Daí o apelo para reverter a queda, explorando o que existe de pior de uma vertente pós-moderna, que coloca como referência a superficialidade, o abandono total dos valores, o vazio, a vivência extremada do tempo presente, a vida intima exposta de forma vil, a concepção que de Deus está morto e não existe mais limites ao comportamento humano.
A ainda maior rede de televisão aberta está perdida. Sua audiência vem despencando a cada dia. O drama é que as demais têm dificuldades em apresentam alternativas de programação melhores.
Cadê os conselhos representativos da sociedade? a OAB? a CNBB? as Igrejas? as Comissões de Direitos Humanos? os cursos de jornalismo? a Federação Nacional de Jornalistas? as comissões de ciência, comunicação e tecnologia do Congresso Nacional? o Conselho Nacional de Comunicação? O Ministério das Comunicações?
É chegada a hora de constranger do ponto de vista moral e comercial não só a rede que mantem esse tipo de programa, mais também as empresas que financiam a baixaria na televisão. A socidade civil brasileira amadureceu nos últimos 40 anos, merece conteúdos mais sadios.
Fonte: ACESSE PIAUÍ
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Comentários (1)
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Marcos · 22/03/2011 às 09:44
Tanto q foi lutado por liberdade de imprensa. Luta contra censura. Assiste quem quer. Quem quiser perder tempo, é um direito do desocupado. Se investem nisso é porque tem audiencia. Querer punir tirando do ar ou algo do tipo não é a solução.