No momento do ataque, pais e professores abandonaram carros com as portas abertas, motocicletas ficaram caídas ao chão e alunos deixaram as mochilas para fugir das abelhas.

A diretora da escola Alindsay Libério informou que o ataque causou pânico e desespero entre pais, alunos e professores. Ela mesma foi ferroada no pescoço, no rosto e nas costas. “Nós tivemos que agir rapidamente e tirar as crianças do pátio, porque o ataque foi muito rápido. Acionamos os bombeiros e por hoje as aulas estão suspensas”, declarou.
A maioria das crianças foi atendida no posto de saúde que fica em frente à escola. Alguns pais levaram os filhos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Segundo a diretora, quatro estudantes são alérgicos a picada dos insetos e já receberam medicação para conter reações graves. Alguns alunos foram enviados para casa no ônibus escolar.
O Corpo de Bombeiros e a Polícia Ambiental estiveram no local e orientaram que ninguém se aproxime. A retirada dos insetos somente poderá ser feita durante a noite, devido a movimentação do enxame que fica reduzida no período noturno.
Os bombeiros informaram que os insetos são do tipo abelha italiana.
A escola atende quase 900 alunos diariamente e pela manhã havia 530. “A sorte é que eu já havia despachado os alunos menores para as salas de aula". A escola atende alunos de seis a 12 anos.