Audiência Pública discute violência contra as mulheres
07/08/2015 às 12:08 Atualizado em 07/08/2015 às 12:10 2 min de leitura
A parlamentar informou na justificativa, que, “atualmente, as mortes decorrentes da violência contra as mulheres, na maioria, são decorrentes de conflitos que envolvem parceiros ou ex- parceiros quando do abuso geralmente no domicílio com ameaças e intimidações, violência sexual, ou em situações tem menos poder e recursos do que o homem”.
Os parceiros são os principais assassinos das mulheres. Cerca de 40% dos homicídios, de mulheres, são cometidos por um parceiro. Enquanto 6% dos homens são assassinados. A proporção de mulheres assassinadas por parceiro é 6,6 vezes maior do que os homens assassinados por parceira.
As pesquisas, no Brasil, estimam que ocorrem mais de 5 mil feminicídios por ano. A maioria dos casos são decorrentes de violência doméstica contra as mulheres.
História – A partir da convenção de Belém, do Pará, a Convenção Interamericana para prevenir e erradicar a violência contra as mulheres foi adotada pela Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) e ratificado no dia 27 de novembro de 1995.
O Congresso Nacional aprovou uma lei em março desse ano que classifica o femicídio como crime hediondo.
Fonte: Alepi
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