
Para a candidata, por ter perguntas envolvendo contas, fórmulas e gráficos, a prova foi mais difícil. Ela fez os dois dias de exames na Escola Estadual Cônego Barros, no Centro da cidade.
“Só avisaram que realmente a prova não veio mais uma vez em braile. Para mim, foi bem mais difícil do que a primeira prova, porque a primeira prova tinha bastante imagem e texto, só que essa prova teve bastante gráfico.
Tipo: Olhe o gráfico e responda a questão. Tinha questão que era alternativa de gráfico para responder. Foi bem complicado’, disse.
No primeiro dia de Enem, Letícia acabou gastando mais tempo para responder as 90 questões e não fez a redação. Agora, tenta, junto com a família, conseguir a reaplicação da prova adaptada.
“[Sonho da faculdade] Vai demorar, porque vou ter que ver se consigo refazer essa prova em braile”, afirmou.