
A delegacia de Guadalupe ainda não abriu um inquérito policial para investigar o acidente. Nem a polícia e nem a família de Tony Marcos confirmam se o empresário possuía carteira de habilitação para navegação amadora, no nível de moto aquática.
“Pretendemos analisar os fatos para que possamos dar esclarecimentos para a comunidade. O objetivo é chegar ao ocorrido como fato se deu, respeitando a dor da família”, disse o delegado Edson Gonçalves.
De acordo com os laudos cadavéricos, o empresário morreu por afogamento e o menino por traumatismo craniano devido a colisão com a árvore. A testemunha Rafael Ferreira dos Santos explicou que o acidente ocorreu após Tony tentar desviar de alguns galhos. Ele diz que o empresário se afogou rapidamente.
“Ao se aproximar dos galhos ele virou bruscamente para a direita e nós só escutamos a pancada. A minha reação foi acionar meu irmão e meu sobrinho para socorrer os menores com uma câmara de ar, já que só vi as crianças porque o adulto sumiu na água logo após a colisão com a árvore”, relatou.
