Caso Ronaldinho: empresária pagou U$ 18 mil por documentos falsos
15/03/2020 às 12:43 Atualizado em 15/03/2020 às 12:46 1 min de leitura

Detido em Assunção desde o dia 6 de março, o Ronaldinho teve um pedido de prisão domiciliar negado pela Justiça. De acordo com as falas ao Ministério Público, o mecânico Iván Ocampo e o contábil Sebastián Medina teriam dado dinheiro para o funcionário do Departamento de Imigrações, Bernardo Arellano. Ao todo, foram U$ 6 mil pela cédula de identidade e passaporte de cada pessoa, ato ilegal no país.
Fonte: Meio Norte
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