
A pesquisa, realizada entre os meses de março e junho deste ano, revelou que o Samu da capital contabilizou atendimento a 10.357 pessoas em situação de urgência.
Desse total, 1.800 foram casos de assistência à pessoas com quadro suspeito ou confirmado da doença causada pelo coronavírus.
Durante a pandemia, houve aumento em 300% das ligações para o 192, segundo o setor de estatísticas do Samu, em comparação ao mesmo período de 2019.
Devido ao alto nível de contaminação pelo coronavírus, o Samu precisou adotar novos protocolos para atendimento de casos suspeitos ou confirmados de Covid-19, como treinamento de equipes e afastamento de servidores que integram o grupo de risco da doença.
Além dos atendimentos de Covid-19, entre março e junho, 1.354 pessoas vítimas de acidente de trânsito, além de usuários em situação de urgência psiquiátrica, obstétrica e traumática foram atendidas pelo serviço.
As equipes do Samu também realizaram a transferência de pacientes graves de um hospital para outro. Atualmente, o serviço dispõe de nove ambulâncias básicas, quatro ambulâncias avançadas, duas motolâncias (usada no atendimento rápido às ocorrências clínicas).
O Samu conta com uma central de regulação na capital, que é o local onde os chamados do 192 são atendidos profissionais telefonistas e onde médicos reguladores e rádio-operadores, que se comunicam constantemente com as ambulâncias através do sistema de rádio, ficam.