Casos de hanseníase diminuem 37% em 10 anos no Piauí, diz FMS
20/03/2016 às 08:20 Atualizado em 20/03/2016 às 09:24 2 min de leitura

Por conta dessa realidade, a Clínica Dermatológica do Hospital Getúlio Vargas (HGV) realizou neste sábado (19) um mutirão de diagnóstico para identificar de forma precoce casos de hanseníase como o da estudante Letícia da Conceição.
“O médico dizia que era pano branco, eu passei quatro dias internadas poucos dias atrás por causa disso e ele pediu para eu viesse para fazer o exame aqui”, contou ela.
O mutirão começaram às 8h e 300 pessoas com manchas suspeitas foram atendidas. “Teresina tem observado uma redução importante desses casos. Mesmo assim precisamos ficar atentos a novos casos”, disse Kelsen Eulálio, coordenador de Hanseníase da FMS.
Os médicos dizem que todos devem estar atentos a qualquer mancha na pele. “Quando a mancha apresenta dormência na pele, uma mancha esbranquiçada, avermelhada ou mesmo amarronzada, que tem alteração de sensibilidade, tem perda de pelo ou tem diminuição do suor naquela área. As vezes, até uma área que não tem mancha, mas tem diminuição de sensibilidade ou uma dormência que tenha no membro, uma diminuição de força. Tudo isso pode ser um indício de que esteja começando a doença”, afirmou o dermatologista Jesuíta Monturil.
O tratamento da doença leva de seis meses a um ano e não pode ser interrompido.
Fonte: G1 PI
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