
O roteiro de Amor, ordem e progresso está estruturado em três partes – Sankofa, A nave e Ainda há tempo? – com linhas narrativas que, entrecruzadas, pretendem expor em cena a diversidade da cultura brasileira.
Os repertórios dos três artistas conduzem os três atos do show entre abordagens de músicas alheias como Carinhoso (Pixinguinha, 1917 / com letra posterior de Braguinha, 1937), Nada será como antes (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971) e Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971).
Júlio Fejuca assina a direção musical de Amor, ordem e progresso, show feito por Céu, Criolo e Emicida com banda formada por Carlos Café do Pandeiro (percussão), Jhow Produz (bateria), Mônica Agena (guitarra, cavaquinho e assistente de produção musical) e Rodrigo Digão (baixo, synths, violão e cavaquinho), além DJ Nyack nos toca-discos.