Tenente-Coronel Gilson LeiteO comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar de Floriano, Tenente-Coronel Gilson Leite, comentou nesta quinta-feira (11), em entrevista ao Portal FlorianoNews, o assassinato da jovem Ravena Gomes da Silva, de 19 anos ocorrido na noite da última quarta-feira (10), na Rodovia João Gonçalves Filho, no bairro Curtume.
Durante a entrevista, o comandante lamentou a morte da jovem e destacou que, até o momento, a Polícia Militar não possui informações concretas sobre a identidade do autor ou dos autores do crime.
“A Polícia Militar não teve mais informações sobre o possível executor ou os possíveis executores. A Polícia Civil vai, com certeza, descobrir isso através da apuração. A gente lamenta, como instituição, que uma jovem de 19 anos tenha sua vida ceifada de forma tão violenta. É muito triste”, afirmou.
Segundo Gilson Leite, a Polícia Militar atua diariamente para prevenir crimes dessa natureza, mas nem sempre é possível impedir ações criminosas planejadas para ocorrer longe da presença policial.
“A Polícia Militar trabalha todos os dias para evitar situações como essa. Infelizmente, não foi possível evitar essa morte. Vamos continuar trabalhando firme para que fatos dessa natureza sejam cada vez mais evitados. Quem quer executar alguém procura agir distante da presença da polícia”, destacou.
O comandante também explicou os procedimentos adotados pelas equipes logo após o registro da ocorrência, ressaltando a importância do acionamento imediato da Polícia Militar para preservar a cena do crime e garantir a coleta dos primeiros elementos investigativos.
“A primeira ação de quem toma conhecimento de um fato como esse deve ser acionar imediatamente a Polícia Militar. Nós fazemos o deslocamento, isolamos a área, preservamos o local e coletamos as primeiras informações que podem auxiliar na investigação. Em muitos casos conseguimos identificar rapidamente os autores e até efetuar prisões”, explicou.
Jovem de 19 anos é morta a tiros no bairro Curtume, em Floriano.De acordo com o oficial, o isolamento da área é fundamental para que a perícia técnica possa recolher vestígios importantes para o esclarecimento do crime, como cápsulas de munição, objetos abandonados, imagens de câmeras e outros elementos que possam auxiliar no trabalho investigativo.
“Nós isolamos o local para que a perícia possa coletar provas que possam ter ficado na cena do crime, como cápsulas de munição, vestígios, roupas ou qualquer outro elemento que ajude no esclarecimento dos fatos”, ressaltou.
Gilson Leite afirmou ainda que a expectativa é que as investigações avancem e que os responsáveis sejam identificados e presos.
“Sabemos que houve disparos de arma de fogo contra a vítima. A Polícia esteve no local, colheu informações e acreditamos que em breve estaremos cumprindo mandados de prisão contra o autor ou autores desse crime bárbaro”, disse.
Por fim, o comandante fez um apelo à população para que qualquer informação que possa contribuir com as investigações seja repassada às autoridades, mesmo de forma anônima.
“Às vezes existem pessoas que viram alguma coisa e podem trazer uma informação importante. Pedimos que entrem em contato com a Polícia Militar ou com a Polícia Civil, sem precisar se identificar. Qualquer informação pode ajudar a polícia a prender os responsáveis o mais rápido possível”, concluiu.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil de Floriano.