Corte da insalubridade pode levar servidores à greve
06/03/2017 às 13:05 Atualizado em 06/03/2017 às 13:12 2 min de leitura

Além de profissionais do Caps, o corte do adicional atingiu trabalhadores dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nafs), Vigilância Sanitária, Vigilância de Águas, consultórios da rua, que atendem pessoas em condições de rua e mais de 2 mil trabalhadores de serviços administrativos e operacionais.
O diretor de Recursos Humanos da Fundação Municipal de saúde (FMS), Nonato Moura, argumenta que a prefeitura de Teresina cumpre determinação do Ministério do Trabalho.
"Era uma situação que deveria ser resolvida antes. Agora estamos cumprindo o decreto. Aqueles profissionais que têm direito a insalubridade continuarão recebendo, os que não fazem jus não receberão mais, além do mais, estamos fazendo um ajuste em relação a percentuais. A prefeitura não está tirando direito de ninguém, mas estabelecendo quem deve receber e que percentual", esclarece Nonato Moura.
Servidores reivindicam a apresentação do laudo pela FMS.
"Queremos ver o laudo, saber porquê todos os outros estados recebem, inclusive, os trabalhadores terceirizados do serviço de limpeza recebem, mas os efetivos não. Queremos ver esse laudo e recuperar esse adicional que é para compensar os riscos aos quais os trabalhadores são submetidos", reivindica José Neto.
Fonte: Cidadeverde.com
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