Covid: 97% das escolas afirmam que contágio ocorre fora da instituição, diz Sindicato
07/03/2021 às 17:21 Atualizado em 07/03/2021 às 17:27 3 min de leitura

As aulas presenciais foram retomadas em janeiro de 2021. Elas estavam suspensas por causa da pandemia da Covid-19, que tiveram os primeiros registros de casos confirmados no estado em março de 2020.
O presidente do Sinepe, professor Marcelo Siqueira, comenta que o relatório foi aplicado na quarta-feira (03). O professor ressalta que as suspeitas e os casos confirmados são repassados aos membros do Comitê de Operações Emergenciais do Governo do Estado do Piauí.
“A transmissão dentro da escola foi um caso ou outro. Temos o índice quase zero. Sempre repasso situações em que a escola está cumprindo o protocolo. Sempre que há uma suspensão de aula, uma criança que vai para casa. Suspender as aulas, que é o mais difícil, mostra que as escolas são responsáveis e evitam a transmissão do vírus dentro da escola”.
Com o novo decreto do Governo do Estado (Nº 19.494), as escolas poderão continuar com as aulas presencias e remotas.
“Nós entendemos que a escola é uma atividade essencial. Nós entendemos que as escolas (devem) ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir, caso isso seja preciso acontecer”, diz o professor sobre o fechamento das atividades para conter a disseminação do novo coronavírus no estado.
Siqueira ressalta que o sindicato acompanha os projetos de Lei que busca tornar a Educação uma atividade essencial. “Temos acompanhado um projeto de Lei que já passou na Câmara Municipal (de Teresina) e está dependendo da assinatura do atual prefeito”. Nessa semana, o sindicato também acompanha a tramitação de um projeto de Lei na Assembleia Legislativa.
Marcelo Siqueira acrescenta que o protocolo do Governo do Estado é claro: os pais ou responsáveis podem optar pelas aulas presenciais ou remotas nas escolas particulares.
“As escolas estão obrigadas a manterem as aulas remotas. Isso vem funcionando muito bem. Quem não quer, não vai para a escola. As aulas presenciais estão funcionando muito bem, sem perigo. Não precisa ter essa discussão. As aulas atendem aos dois públicos: quem quer e quem não quer presencialmente”.
Fonte: cidade verde
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