O delegado informou que o suspeito de ser o mandante do crime foi Leonardo Ferreira Lima, funcionário da Infraero, que teria prometido R$ 20 mil para a realização do crime. Seu contato teria ocorrido com o taxista José Roberto Leal da Silva, o Beto Taxista ou o Beto Jamaica, que segundo a polícia informou que tinha envolvimento com criminosos.
“O Beto, Leonardo e os outros envolvidos se reuniram várias vezes em restaurantes da cidade, para combinar o crime. Temos provas bastante fortes do envolvimento de todos. O Leonardo tinha na cabeceira da cama, o número da placa da moto da vítima”, explicou Gustavo Jung.
Igor, Luan, Leonardo, Beto e WesleyDe acordo com a polícia, Beto teria contratado Igor Andrade Sousa, Francisco Luan de Sena e Wesley Marlon Silva, este último é recém-saído da penitenciária de Pedrinhas, em São Luís-MA. Ele foi o primeiro a ser preso, por estar com uma tornozeleira eletrônica. Segundo a polícia, ele foi um dos executores do policial.
A polícia disse ainda que estão foragidos Flavio, também conhecido como Bruno, Pequeno ou Boneco. Ele seria o segundo executor de Claudemir.
Wesley portava uma pistola calibre 380 e Flávio um revólver 38, os dois são suspeitos de acertar dez disparos contra a vítima. Igor, Luan e Beto foram os articuladores.
Além de Flávio, está foragida uma mulher, identificada como Tainá e teria avisado sobre a vítima. “Foi essa mulher foi que deu o sinal para avisar que a vítima estava saindo da academia e que poderiam se aproximar. Todos estiveram no local do crime. Eles roubaram um veículo Uno Vivace, usado pelos executores. Eles ficaram em uma sorveteria próxima a academia, esperando o sinal de Tainá. Leonardo e os demais envolvidos, acompanharam o desenrolar do crime”, declarou Jung.
Com Leonardo foi apreendido uma Saveiro, de cor branca, que também esteve no local. A polícia encontrou com ele ainda R$ 10 mil em espécie, que seria entregue hoje aos suspeitos.