Deleção de Machado e doações de empreiteiras são condizentes
19/06/2016 às 09:08 Atualizado em 19/06/2016 às 09:57 2 min de leitura

Um exemplo está no Rio de Janeiro. O governador interino do estado Francisco Dornelles (PP) teria pedido a Machado, como ele disse na delação, R$ 250 mil para ajudar o diretório fluminense nas eleições de 2010. Nos dados do TSE, constam duas doações neste valor, efetuadas pela Queiroz Galvão ao partido.
Outro caso apurado pela reportagem é o que envolve Gabriel Chalita (PDT e ex-PMDB) e o presidente interino Michel Temer. Machado contou que Temer pediu R$ 1,5 milhão para a campanha de Chalita à Prefeitura de São Paulo em 2012. O valor aparece nos relatórios do TSE, como pagos pela Queiroz Galvão ao PMDB.
Os casos citados acimas são apenas alguns. Temer se defendeu e disse jamais ter pedido recursos ilícitos a Machado, enquanto Chalita disse não conhecer o delator. Já Dornelles desclassificou o delator, dizendo desconhecer as acusações.
Fonte: Noticiasaominuto
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