Disputa pela Presidência já tem 14 candidatos. Veja lista
01/02/2018 às 10:40 Atualizado em 01/02/2018 às 12:07 3 min de leitura

Há ainda os que tentam “vingar” como candidatos. É o caso de Henrique Meireles (PSD) e Paulo Rabello Castro (PSC), ambos sonhando deslanchar em cima de uma pregação liberal que tem sintonia com o mercado (grandes empresários). E ainda podem vir nomes que sequer estão na lista, caso de Luciano Huck, que pode ser lançado pelo PPS, em lugar de Cistovam Buarque. E há novidades, como Manuela DÁvila (PCdoB) e Guilherme Boulos, cortejado pelo PSOL.
Abaixo, a lista dos nomes mais badalados, em uma sequência que observa uma graduação ideológica, da esquerda para a direita.
Quem é quem no jogo eleitoral
Manuela DÁvila – PCdoB
Aliado histórico do PT, o PCdoB surpreendeu a lançar candidato próprio – talvez antecipando o cenário sem Lula.
Guilherme Boulos – PSOL
Líder do MTST, é o nome mais cotado para defender as teses de uma esquerda ética, abraçada pelo partido.
Marina Silva – REDE
Tem o recaall de duas campanhas e aura de séria. Mas tem imagem de pouco maleável e um partido sem estrutura.
Cristovam Buarque – PPS
O partido queria (e quer) Luciano Huck. Mas pode ter que se contentar com o respeitado mas nada empolgante Cristovam.
Lula/Fernando Haddad – PT
O PT quer Lula. Mas já tem Plano B: Fernando Haddad, que vai tentar mostrar que é o PT de sempre, mas com um pé na renovação.
Álvaro Dias – PODEMOS
Crítico ferrenho das gestões PT e Temer, tenta surfar no sentimento anti-política. Agrega a experiência de ex-governador.
Ciro Gomes – PDT
De língua afiada e discurso consistente, paga caro pela capacidade de ataque, muitas vezes não poupa nem aliados.
Geraldo Alckmin – PSDB
Com discurso de centro, tenta se firma como o nome experiente e confiável em uma cenário que pede mudanças.
Rodrigo Maia – DEM
Diz que não é candidato, mas faz tudo para ser. Quer ser a opção que o chamado “mercado” Ainda não tem.
João Almoêdo – NOVO
Ex-banqueiro, abraça a ideia da renovação política a partir da cidadania. Faz palestras para ficar conhecido.
Paulo Rabello Castro – PSC
Presidente do BNDES, deseja ser alternativa para um eleitorado liberal carente de nomes que empolguem.
Henrique Meirelles – PSD
O ministro tem feito pregações em templos evangélicos. Mas não empolga nem o mercado financeiro.
Fernando Collor – PTB
Eleito em 1989, renunciou após processo de impeachment por corrupção. Mas que este tema está no passado.
Jair Bolsonaro – PSL
No estilo “prendo e arrebento” e pregação por mudança, se posiciona como a direita assumida e nem tão civilizada.
Fonte: Cidadeverde.com
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