Imagem: AlepiClique para ampliarDr. Hélio defende diálogo técnico para ocupação de áreas no litoral.(Imagem:Alepi)

Um diálogo técnico que facilite a emissão de licenças para ocupação e construção nas áreas litorâneas do Piauí foi a ação defendida pelo deputado Dr. Hélio (PTC) durante audiência pública que discutiu os entraves para emissão de licenças no litoral. A audiência foi realizada na última sexta-feira (12) no auditório do Sesc de Luís Correia.

O encontro teve como objetivo buscar definições em relação à burocracia existente atualmente para a implantação de novos empreendimentos no litoral. “Queremos que os investidores coloquem recursos no Piauí para tornar nossas praias um destino nacional e internacional, mas tomando todos os cuidados necessários para a manutenção dos recursos naturais. Queremos construir um embasamento a partir do diálogo técnico para criar fatores facilitadores para deliberação das licenças, determinando um prazo para que os órgãos possam se posicionar. Nosso Estado não pode se dar ao luxo de perder essas oportunidades, pois nossa população aguarda pela geração de emprego e renda”, defende Dr. Hélio Oliveira.

Durante audiência pública para discutir os entraves nos investimentos turísticos no litoral piauiense, em Parnaíba, os representantes da Superintendência do Patrimônio da União (SPU) alegaram que a demora na emissão de autorizações para a construção de novos empreendimentos nas praias piauienses se deve à limitação de pessoal do órgão.

A discussão foi proposta pelo deputado Dr. Hélio Oliveira (PTC) e pela deputada Juliana Moraes Souza (PMDB), contou com representantes de diversos órgãos envolvidos com a preservação do meio ambiente. Estiveram presentes durante a audiência pública, os deputados estaduais Rubem Martins (PSB) e Juliana Moraes Souza (PMDB), além do secretário estadual de Turismo, Flávio Nogueira e o secretário estadual do Desenvolvimento Econômico, Nerinho. Também compareceram a prefeita de Cajueiro da Praia, Vânia Regina, Hebert Silva, prefeito de Ilha Grande, além de representantes do Ibama, ICMBio, Semar, Instituto Chico Mendes, empresários, bem como representantes de organizações não-governamentais.