
A vítima disse que estava de plantão e foi almoçar em um restaurante próximo ao quartel. Ao sair, disse que o sargento do exército havia "trancado" sua passagem e ele teria ido tentar esclarecer a situação.

"Eu pedi para ele seus documentos e quando eu fui pegar de sua mão, ele agarrou a minha e mordeu meu dedo. Eu estranhei e o levei para o quartel, para os procedimentos", disse.
Segundo Florisvaldo, o sargento que seria o agressor foi liberado mesmo com o registro de agressão. O militar esteve no Instituto de Medicina Legal (IML) na tarde dessa terça-feira fazendo exame de corpo de delito.
"Vou entrar com ação contra ele, isso mostra que ele é um sargento despreparado e precisa ser punido para respeitar policial fardado", declarou. Ele disse ainda que em, 36 anos de profissão nunca passou por uma situação como essa.
"Nunca fui mordido em minha vida, nem por cobra. Ele vai responder, ele quase arranca meu dedo, vou mostrar que ele estava errado", disse o sargento.
