Na primeira bateria do lançamento, Reynan queimou duas séries e fez 66m93 na segunda tentativa. Entre os oito colocados, o atleta passou para a fase final e, novamente, queimou dois lançamentos. Na quinta tentativa, o piauiense – do clube Asa Sertãozinho – alcançou 65m74.
Reynan Pereira atribui mal desempenho no Troféu Brasil à falta de treinamento.- Foram muitos meses parados, ou seja, muito tempo sem fazer lançamento. O corpo acaba desacostumando, pois vinha em uma sequência boa. O grande número de lançamentos queimados é reflexo da falta de trinos. Na prova do Troféu Brasil, não deu. É um resultado de quem treinou pouco. Estou ainda em processo de recuperação, por isso não estou 100% preparado. Os outros competidores estão em um nível bem melhor que o meu – reconheceu Reynan Pereira.
A melhor marca de Reynan Costa é 73m67, feita em maio do ano passado. No Brasileiro Sub-23, o atleta quer alcançar o índice para o Jogos da Lusofonia, que acontecem em novembro. Até esse período, Reynan quer voltar ao nível do ano passado.
- Infelizmente minha lesão quebrou um ritmo bom. Voltei a treinar firme há pouco mais de dois meses. Talvez para o Brasileiro possa estar melhor. Estou treinando dentro do limite, pois a cartilagem do meu tornozelo rompeu várias vezes seguidas. Mas é bola para frente – comentou o atleta, de 20 anos.
A prova do lançamento do dardo foi vencida por Paulo Enrique Alves, do Esporte Clube Pinheiros, com a marca de 74m28. Júlio Cesar Miranda (72m80), do BM&F Bovespa, e Jander Cardoso Nunes (72m50), do Ifam, completaram o pódio da competição.
