- Eu dou total apoio e acho benéfico para o clube, que precisa bastante. Financeiramente falando, não há como eu administrar o Cori-Sabbá sozinho. É um clube que conta com pouco apoio da iniciativa privada. A tendência é que eu apoie meu filho a um cargo eletivo ano que vem. Talvez a gente estude um apoio ao time em caso de vitória nas urnas – vislumbra o mandatário.
José Bruno se dedica a projetos pessoais durante recesso do Cori-Sabbá.O Cori-Sabbá completa na segunda-feira um ano de portões fechados e, depois de ter terminado em sexto lugar estadual do ano passado, pouca coisa mudou do lado de dentro do seu cercado. O prometido respiro financeiro deu apenas uma sobrevida ao caixa, fechado desde o empate em 2 a 2 com o Piauí pela sétima rodada do returno do torneio disputado na temporada passada.
- Hoje, para manter um time de futebol, precisa-se de uma fonte financeira segura. Ficar fora do estadual deste ano ajudou a recuperar as contas. Mas acredito que um trabalho conjunto dessa nova geração possa ajudar. Vanim e (Anderson) Kamar sempre demonstraram interesse em tocar o clube. Essa pode ser uma boa oportunidade – acrescentou.
Anderson Kamar declarou abertamente que, em breve, pretende ser presidente do Cori-Sabbá.Ainda que existam chances da formação de uma chapa entre os dois ex-jogadores do Cori, Vanim prefere não fazer projeções a longo prazo. O ídolo do clube mora em Floriano, mas Kamar ainda atua nos gramados.
- Vamos avaliar isso direitinho. Só entro se for para renovar tudo lá dentro. Não quero amarra com ninguém. Seria interessante formar uma dupla com o Kamar, mas ele tem 31 anos e ainda tem muita lenha para queimar no futebol. Vai depender dele, mas vamos pensar com calma sobre isso - pontuou.