- Chegou o momento que tanto o Capitão, quanto a diretoria, entenderam que essa era a hora de oxigenar o time trazendo um novo técnico, embora ele continue como auxiliar. Os resultados não vieram. Fizemos dois jogos em casa. Não digo que fomos mal, jogamos até melhor do que os adversários, mas não conseguimos colocar a bola para dentro. Então, o resultado não vem e existe uma pressão natural e devemos ter equilíbrio até para preservar o próprio Capitão. Ele tem consciência, desde que o contratamos, que veio para ser auxiliar. Então a coisa andou para que ele assumisse e se tornasse treinador do River-PI. Nós torcemos e acreditamos que ele fez um bom trabalho - destacou Elizeu Aguiar, presidente do River-PI.
Vica comanda o time no próximo desafio contra o ASA, pela quarta rodada na Série C do Brasileirão.Mesmo com as dificuldades financeiras e sem novos patrocínios, a diretoria apostou nos futuros resultados positivos na temporada e conta com apoio da torcida riverina para suprir o aumento da folha, que conta com o novo comandante e seu auxiliar.
- Nós tivemos dois momentos: a contratação de uma comissão técnica com o Zé Teodoro, que levou a contratação do Capitão, fez com que a folha de pagamento diminuísse. Agora, com a chegada do Vica aumentou um pouco, mas também elevou o grau de qualidade do grupo. Não estou tirando o Capitão, apenas mantendo onde ele estava, mas nada que não possamos suprir. Ele (Vica) era prioridade - disse.
Com passagens pelo ASA, Santa Cruz, Fortaleza, Paysandu, entre outros, Vica vem com uma bagagem de moral para comandar o time na sequência da Série C. A peça-chave para entender o próximo adversário, vem do próprio técnico. O ASA foi o último time comandado por ele. A transição colocou Capitão em seu antigo posto de auxiliar técnico, embora Vica conte com seu próprio auxiliar em sua passagem pelo Poleiro.