
O trabalho foi feito no Clube de Ciências da escola pública. Desde janeiro, as estudantes juntavam dinheiro para poder acompanhar a premiação do World Invention Competition and Exhibition (WICE). No entanto, a pandemia do novo coronavírus fez com que a cerimônia fosse realizada a distância.
Barbara e Kazue acabaram usando a verba que juntaram para investir no bioplástico. Agora, as alunas – a a escola – estão firmando parcerias com universidades e empresas para ampliar o projeto.
Segundo Barbara, o projeto começou no início de 2019, em meio a "polêmica" em relação ao plástico e a morte das tartarugas e animais marinhos. "Decidimos propor um projeto, que visasse a sustentabilidade, mas não excluísse o plástico, porque ele continua sendo essencial", explica a adolescente.