
Os familiares e vizinhos fizeram uma passeata por ruas do bairro Taquari e passaram diante da casa dela e da frutaria onde ela trabalhava. As pessoas levaram cartazes com pedidos de justiça. O protesto começou por volta das 17h, com uma oração na casa de Ana Lopes.
A irmã de Ana, Rita Lopes, contou que a comerciante morou por mais de vinte anos na casa, e era bastante conhecida pela vizinhança. Dona Ana era viúva, e deixou uma filha de 17 anos.
“Hoje faz dez dias que ela morreu. Queremos que a assassina seja presa. Com ela solta, corre o risco de haver mais vítimas. Eu quero que a justiça seja feita, e eu confio nela”, disse a Rita Lopes, irmã de Ana.
A comerciante Francisca Maria, amiga de Ana Lopes durante os últimos 20 anos, foi uma das organizadoras da manifestação e se emocionou ao falar da saudade da amiga.