Para a família a missa marca um ano da morte, mas representa também uma nova vida.
“O resultado do laudo demorou, mas a família já sabia. Agora queremos justiça e que as pessoas que mataram meu esposo paguem pelo erro que cometeram”, disse emocionada Sandra Maria Lima, mulher do gerente.
Amystânio, irmão de Ademyston, relatou que após o resultado do laudo todos os familiares agora esperam que seja feito justiça e que a família sente muita falta do gerente. “Era um cara alegre e cheio de objetivos. Agora todos nós esperamos que seja feita justiça, pois por um erro meu irmão não está mais entre nós.”, falou o irmão.

A família mandou colocar outdoor na avenida João XXIII, anunciando a missa para o dia 29 de abril na capela do Instituto Dom Barreto.
A morte do gerente aconteceu no dia 30 de abril de 2013 e após um ano, um laudo apontou que os tiros que causaram a morte do gerente partiram da arma de um dos policiais envolvido na operação e o tenente coronel da Polícia Militar Erotildes Messias de Sousa Filho foi indiciado.
A Polícia Civil afirmou que o militar tem responsabilidade penal, já que foi dele a decisão de manter as barreiras que incitaram a troca de tiros entre os criminosos e a PM, que culminou com morte de Admyston.
