FETAG: 135 mil famílias sofrem com a falta de chuvas no Piauí
11/10/2010 às 08:06 Atualizado em 11/10/2010 às 08:08 3 min de leitura
De acordo com Paulo Carvalho, secretário de política agrícola da Fetag, a região mais atingida é a do semi-árido, onde a perda da plantação de grãos chegou a 80% e atingiu até mesmo a resistente cultura do caju. “Tivemos uma quebra de 80% da produção no semi-árido. Na região de Picos, o caju esse ano teve uma redução de 60%, isso porque ele precisa de pouca”, pontua.
Ele afirma ainda que na região de Pio IX, Caridade do Piauí, Fronteira e São Raimundo Nonato muitas comunidades têm problemas para encontrar água para consumo humano e animal. “A criação estão mantendo com muita dificuldade. A única renda que eles têm é o bolsa família, ou a aposentadoria de alguém. Agora vai sair o garantia-safra mas nem todos então cadastrados”, explica.
Carvalho estima que das 135 mil famílias que necessitam apenas 68 mil, pouco mais da metade, irão receber o benefício. “Trinta municípios não vão receber na primeira etapa que começa a partir de 18 de outubro. A maioria dos prefeitos não pagou o acórdão, uma contribuição de mais ou menos R$ 6,50 por família, que é a contra partida da prefeitura ou porque o Ministério do Desenvolvimento Agrário não verificou os dados, porque foram mandados atrasados”, explica.
Solução
O secretário de política agrícola da Fetag diz que desde o final de abril praticamente não há chuvas no semi-árido piauiense. Mas que algumas atitudes poderiam aliviar a situação. “Nós já reivindicamos ao governo do Estado que liberasse os quase mil poços tubulares lacrados e ao governo federal que equipasse esses poços. Onde não há energia, cada um deles custaria R$ 20 mil, menos do que é gasto com os carros-pipa”, diz Paulo Carvalho.
Entretanto como precipitações ainda devem demorar a cair, a Fetag já estuda solicitar junto à Defesa Civil e à Conab cestas básicas para atender aos sertanejos que não foram abonados com o Seguro-safra. “Eles não têm perspectiva de receber nada. Somos contra a cesta básica, é um paliativo que não resolve o problema, mas a situação é difícil. Ainda temos outubro, novembro e dezembro para que a chuva possa vir”, finaliza Carvalho.
Fonte: Cidade Verde
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Comentários (1)
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Raú dos santos · 11/10/2010 às 21:03
meu amigo mais um caso de policia para estes imcompetentes o q justifica um governo de 8 anos q uma sigla manda no pais e no estado e so agora ven com esta historia fiado de adutora, esta é mais uma inganação aguarde pra ver essa historia de dinheiro liberado em perildo de campanha politica daqui alguns meses se fala neste asunto, este q deu esta intrevista no agora é um coitado não sabe nem o q dis é tão incompetente quanto o resto cada resposta q termina entregando os seus compassas, o forte deste governo dizem q é estrada imaginem se ele tivesse construido a metade de estrada q construi a governadora Roseane, teria se traansformado em um oratorio distribio carro para todas as delegacias do estado mas não tem nem combustivel e nem policial, não tem saúde, educação, segurança, vocês ja virão a estrada q escoa da unica area agricoltavel do estado? mas o q se gasta com carros alugados dava para se construi um HUT em todas as principais cidade do estado e paga plantão de 12 horas para não falta medico e bem pago! e ainda estõa pedindo para contina mudando , meu senhor, morro e não vejo tudo.