Filho de idosa morta em acidente faz desabafo contra a lei de trânsito
26/09/2017 às 08:59 Atualizado em 26/09/2017 às 09:51 2 min de leitura

Mas a dor de ver a mãe de 67 anos morta em um acidente, na Avenida Eurípedes de Aguiar, no bairro Irapuá, em Floriano, nunca passou para o professor Paulo de Jesus da Silva Quixabeira.
Há quase um mês, além da perda, ele ainda vivencia o sentimento de revolta diante da impunidade do acusado que atropelou a idosa Cleonice da Silva Rocha, no último dia 4 de setembro, e que irá responder ao processo em liberdade, e o descaso da lei de trânsito.
“Gostaria de deixar minha indignação contra a lei de trânsito, que se comemora 20 anos, mas como perdi minha mãe no trânsito eu não tenho o que comemorar. Primeiramente, porque a pessoa em menos de 24 horas foi preso e solto, e não sei se responde esse processo. São tantas indagações que as vezes o setor público comemora e na prática a gente não vê isso”, desabafou.
Paulo Quixabeira chama atenção da Superintendência de Trânsito de Floriano, externando que o local onde sua mãe foi acidentada é bastante movimentado e há quase um mês do ocorrido ainda não há redutor de velocidade ou sinalização para pedestre.
“É um lugar de muito fluxo e a gente não entende por que a superintendência não toma providencia nesse sentido. Certamente está esperando morrer mais uma ou acontecer vários outros acidentes para que possa tomar medidas. Fica aqui a minha lamentação com a Superintendência de Trânsito e com a lei de trânsito, a gente percebe que a família que perde, a família que fica sofrendo, e aqueles que matam ficam livres certamente para fazer outra vitima”, lamentou.
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