
Ele divulgou, no tuite, uma imagem que seria do documento processual.
Na publicação, Schaefer afirma que a plataforma de streaming promoveu material do filme com "a exibição obscena da região púbica de uma criança vestida ou parcialmente vestida, com menos de 18 anos de idade, que apela ao interesse lascivo por sexo".
A emissora americana NBC News também noticiou a acusação. Mas a veracidade do documento publicado pelo deputado, que teria sido arquivado em 23 de setembro no condado de Tyler, não pode ser verificada por agências internacionais de notícias.
O gabinete do procurador distrital não respondeu a um contato da agência Reuters. A Netflix também não comentou o caso.