Floriano ganhou mais uma arma para o combate ao famigerado mosquito da dengue. Ele tem um nome diferente e promete contribuir para a diminuição do mosquito que tanto assustou os florianenses.

Trata-se de uma armadilha denominada “ovitrampas”. Elas são instaladas em locais com um histórico de casos de dengue ou em pontos de risco como regiões de lixões ou aguaceiros.

A idéia é diminuir a utilização de inseticidas, que além de causar desconforto à população, tem criado resistência nos mosquitos, causando assim um ciclo vicioso no combate ao mosquito.

Este ano apenas Floriano e Picos vão receber as ovitrampas. A ovitrampa é constituída de um pote preto fosco, de um litro, sem tampa, com uma palheta de madeira compensada, presa verticalmente por um clipe, no interior da armadilha. No pote é colocada água de torneira com larvicida. As fêmeas do mosquito são atraídas pela cor preta e põem os ovos na palheta. Essa palheta com os ovos permite monitorar o mosquito porque indica a presença e o nível de infestação do mosquito numa determinada área.

Após a retirada dessas palhetas, os agentes fazem uma contagem do número de ovos. Esses números ajudam os agentes de saúde a identificar a área com maior número de focos da dengue. A cada quinze dias, agentes da Saúde cuidam da monitoração das ovitrampas, renovando as paletas e notificando a quantidade de ovos do mosquito.