Floriano registra 313 casos de calazar em menos de dois anos
18/12/2014 às 09:39 Atualizado em 18/12/2014 às 19:34 2 min de leitura

“Desses casos humanos sete são daqui de Floriano, onde ocorreu até um óbito, e tivemos dois casos importados de Teresina e um do Maranhão”, informou o diretor. A moléstia que atinge cães e humanos que tenham contato com o animal infectado é transmitida através da picada do “mosquito-palha” e tem preocupado as autoridades de saúde do município.
A maior parte dos animais diagnosticados com a doença é sacrificada, pois o tratamento é considerado caro e quase nunca tem efeitos positivos. Já em humanos o diagnóstico precoce é crucial para obter a cura. “É uma doença que produz alterações graves no sistema imunológico, então a pessoa começa a ter anemia, fraqueza, febre, calafrios e indisposição. Ela precisa ser tratada adequadamente”, disse o médico infectologista Luimar de Jesus.
Segundo ele, os efeitos da doença são mais graves em crianças e idosos. Manter o mosquito transmissor afastado é a principal medida para evitar a doença. Preservar a casa e os quintais sempre limpos é uma das medidas mais recomendadas, pois o mosquito está principalmente em locais úmidos, escuros e sem saneamento básico.
Fonte: G1 PI
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