
Os mandados foram cumpridos em Avelino Lopes, Redenção do Gurguéia, Curimatá, Capitão Gervásio Oliveira e Flores do Piauí. Além do Gaeco, participaram da operação a Polícia Civil e Militar.
Segundo o Gaeco, o grupo utilizava uma construtora de fachada, sem qualquer capacidade operacional, para forjar a prestação de serviços públicos contratados após fraudes em licitações. Até o momento, já foram desviados R$ 1,2 milhão.
As investigações apontaram que, após serem realizadas as transferências de recursos públicos para a empresa, o dinheiro era separado em diversas contas bancárias para dificultar a identificação e a recuperação dos valores.