Governo do Piauí afirma que não irá pagar pelo uso do Verdão
02/04/2020 às 15:33 Atualizado em 02/04/2020 às 15:34 2 min de leitura

De acordo com o governo, o espaço que funciona atualmente por meio de Parceria Público-Privada (PPP), ainda é de posse do estado e não haverá nenhum pagamento.
Segundo a Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc), e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), o uso do local obedece ao contrato de concessão e que os únicos custos para o estado serão a montagem e manutenção do hospital de campanha.
“É uma pena que estejam usando esse momento tão delicado para o uso político, mas é importante esclarecer que no caso do Hospital serão remunerados apenas os serviços prestados para que a estrutura funcione, como instalação dos leitos, aluguel de geradores, segurança e limpeza, entre outros”, explica o secretário de Saúde Florentino Neto.
A superintendente da Suparc, Viviane Moura, explica que a modelagem das PPPs permite que o estado retome o espaço e utilize quando for conveniente para o bem comum, como está acontecendo diante da pandemia do coronavírus.
A Suparc e a Sesapi são as responsáveis pela estruturação do projeto de instalação do hospital e, após a conclusão, os atendimentos e a gestão ficarão sob a responsabilidade exclusiva da Secretaria Estadual de Saúde.
Ainda segundo a superintendente da Suparc, a liberação dos recursos para que a concessionária viabilize a construção do hospital segue a regra adotada nos demais modelos existentes no país, e será conforme fluxo e prazos definidos no projeto e há ainda o Comitê de Monitoramento que vai acompanhar toda essa execução.
A escolha pelo Verdão para abrigar essa estrutura levou em conta aspectos técnicos como disponibilidade, localização estratégica, estacionamento próprio e as várias salas de apoio existentes dentro do ginásio, entre outros atrativos.
O governo informou ainda que o formato de contratação de hospital de campanha no Verdão é semelhante ao usado no estádio do Pacaembu, em São Paulo, que também é uma PPP.
Fonte: Viagora
O que você achou desta matéria?
Seja o primeiro a avaliar
Comentários (0)
- Seja o primeiro a comentar.
