O Estado já paga acima do piso nacional dos professores e a proposta de reajuste é um esforço para que não haja prejuízo no ano letivo, mesmo com a conjuntura atual do país. Na oportunidade, o governador enfatizou que a equipe de governo esteve debruçada sobre o tema para encontrar as alternativas que viabilizem o pagamento do piso.
“O Estado vai cancelar investimentos para conseguir pagar esse reajuste. O objeto é evitar uma greve na educação e prejuízos para os alunos, obedecendo ao limite financeiro. Esperamos chegar ao entendimento de que essa é a proposta viável para o Estado, parcelar em até três vezes o reajuste de 2016”, garante o chefe do executivo.

Wellington disse que até o final da semana deve enviar ao Sindicato uma proposta que também alcance os trabalhadores das áreas administrativas e técnicos. Segundo ele, o cronograma de reajuste geral do Estado deve acompanhar as receitas e deve ser analisado para que seja tomada uma decisão com responsabilidade.
A secretária da Educação, Rejane Dias, disse que as escolas estão preparadas para receber os alunos e espera que não haja atraso maior do que uma semana.
“O governador Wellington Dias já garantiu o pagamento com o reajuste de 11,36% e a forma como vai se dar esse pagamento é o que está em negociação. Esperamos que seja resolvido logo na segunda-feira (15), pois todos os esforços estão concentrados para que não haja prejuízos ao calendário escolar. No ano passado, começamos com muitas dificuldades e fomos organizando e reorganizando todo o sistema de Educação. Queremos começar o ano letivo dentro do prazo”, destacou Rejane.
Segundo a presidente do Sinte-PI, Odeni de Jesus, a proposta será levada para assembleia na próxima segunda-feira (15), às 8h, no Teatro de Arena. “Ouvimos a proposta do governador e levaremos para a apreciação da categoria”, completa a presidente.

