“Estamos em greve por tempo inderteminado. Essa é uma decisão tomada em todo o estado e buscamos com isso sensibilizar o governo sobre as nossas necessidades” afirmou a presidente do SINTE-Floriano, Léa Almeida.
Segundo os grevistas, o governo continua insensível aos anseios da categoria e ainda nega direitos assegurados por lei, sendo assim não restava outra alternativa de luta que não fosse a paralisação. No entanto, para que o movimento obtenha êxito, ela convoca todos os servidores a permanecerem mobilizados e que ignorem as ameaças que virão.
Dentre as reivindicações dos professores destaque para o reajuste do piso salarial, que hoje é de R$ 1.024,00 para R$ 1.579,00; reajuste dos técnicos administrativos, que se constituem nos 5,5% da inflação de 2008 e os reajustes de 2009 e 2010, que, de acordo com o Sinte ainda não foram repassados para os trabalhadores, a não ser aqueles que estão agregados ao salário mínimo. Querem ainda a convocação dos concursados de 20007 e 2010 e a realização de um novo concurso público.
Segundo Léa Almeida, o Governo do estado só pediu paciência e ainda não apresentou nenhuma proposta clara para os servidores da educação. Com a greve, milhares de estudantes florianenses estão prejudicados.
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