No documento protocolado na última quinta-feira, 12 de abril, os prestadores de serviço anunciaram que estavam entrando em paralização por 48h e que se a situação não fosse resolvida, entrariam em greve por tempo indeterminado.
O enfermeiro Marcos Elias, prestador de serviço no HRC, confirmou que a greve seguirá por tempo indeterminado. “Está funcionando apenas 30% dos serviços essenciais, como é determinado por lei”, informou.
Médicos, enfermeiros, fisioterapia, técnico em enfermagem, auxiliar de serviços gerais, entre outros, estão sem receber os vencimentos.

A denúncia foi subscrita por diversos profissionais que trabalham no Hospital, é relatado que os prestadores de serviço estão fragilizados com a situação e que o desempenho do trabalho fica dificultado em razão disso.
Além disso, o pedido solicita que a Secretaria de Saúde do Estado seja notificada.