
O delegado Anchieta Nery, da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática, informou que a prática delituosa consiste no envio de um comprovante falso ou pelo agendamento de uma transferência, que logo depois é cancelada. As compras são, em sua maioria, de alto valor.
“Eles fazem um arquivo editado, criam um falso comprovante ou, então realizam um agendamento de transferência. Eles mandam a imagem desse comprovante para o vendedor e o estabelecimento não confirma se o dinheiro caiu na conta e despacha o produto comprado para entrega”, disse.