Rayson foi preso durante Operação Noctuam, na zona leste de Teresina, com mais de 460 comprimidos de ecstasy, treze tabletes de maconha, nove micro-selos de LSD e um pacote da droga conhecida como MDMA, sementes e cânhamo - formas derivadas da planta cannabis sativa, no que foi maior apreensão de drogas sintéticas já registrada no estado.
A prisão foi convertida com base no art. 310, II, combinado com os artigos 312 e 313 do Código de Processo Penal. A decisão é de 17 de outubro de 2019.
Natural de Floriano-PI, Rayson é ex-estudante de engenharia do Centro Universitário Uninovafapi, tendo sido desligado da instituição em 2018.

De acordo com a decisão, Rayson não faz jus a liberdade provisória com ou sem fiança, pois estão presentes os requisitos da prisão preventiva, como garantia da ordem pública, e parecer do Ministério Público proferido em audiência de custódia.
Para o magistrado a concessão de liberdade a pessoas envolvidas com o tráfico de drogas implicará em ofensa à ordem pública, “pelo que a soltura do autuado abalará a tranquilidade da sociedade, principalmente em se considerando a quantidade e a natureza das drogas apreendidas”.