Marinalva ameaça processo por Censo do TJ excluir união homoafetiva
17/06/2016 às 13:50 Atualizado em 17/06/2016 às 14:01 2 min de leitura

De acordo com Marinalva, uma das primeiras mulheres a ter reconhecido o casamento no Piauí, a sua companheira com quem vive há mais de 10 anos consta como dependente em plano de saúde e em demais documentos, inclusive no último cadastramento feito pelo TJ.
“Mas agora não aceitou e não sei porque. Foi uma empresa contratada a peso de ouro”, destaca.
Marinalva explica que levou escritura de união estável, sentença de adoção da filha, carteiras do IAPEP na qual a companheira consta como dependente, bem como uma ficha interna do TJ que atesta a união, mas não conseguiu fazer o novo cadastro.
“Ela está lá como minha companheira, levei carteira do IMPT, que ela é servidora do IPMT, onde eu estou lá como companheira dela e eles não aceitam. Recusam a me aceitar como companheira para fins previdenciários porque dizem que eu tenho que ter uma decisão judicial”, destaca.
A servidora alega que vai recorrer à justiça e vai processar a empresa por não ter aceito a sua documentação. “Eu vou ser cadastrada e só vai entrar como dependente a minha filha e não a minha companheira? Vamos fazer 10 anos de união estável e ela vai ficar desamparada se eu morrer?”, questiona.
Fonte: Cidadeverde.com
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