Médicos paralisam atendimentos a 14 planos de saúde por 15 dias no Piauí
14/04/2015 às 10:53 Atualizado em 14/04/2015 às 11:31 2 min de leitura

Com a paralisação dos atendimentos, ficam suspensas as realizações de consultas, exames e cirurgias previamente agendadas. A categoria dos médicos reivindica a adequação à Lei da Contratualização, que inclui os reajustes de acordo com a tabela de Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM).
Segundo Samuel Rêgo, vice-presidente do Sindicato dos Médicos, a lei regulamenta a prestação de serviços médicos às operadoras de planos de saúde, mas o Grupo Unidas não tem entrado em acordo com a categoria sobre a nova legislação.
"Desde agosto do ano passado o sindicato vem se reunindo com vários planos para fazer essa negociação e o Grupo Unidas foi exatamente um dos únicos que não conseguiu sentar com a gente para negociar", falou. Em fevereiro, os profissionais já haviam feito uma paralização de advertência de três dias.
"O que nós reivindicamos é que sejam feitos os contratos baseados nessa Lei de Contratualização e que sejam respeitados os parâmetros da tabela da CBHPM, pois ela não vem sendo respeitada", disse Samuel Rêgo. Ele destaca que apenas os serviços de urgência e emergência não serão paralisados.
Os planos do Grupo Unida afetados com a paralisação de 15 dias são: Assefaz, Camed, Cape Saúde, Cassi, Casembrapa, Correios Saúde, Conab, Embratel, Fachesf, Fundabem, Fassincra, Geap, Plan Assiste, Unafisco. A produção do telejornal Bom Dia Piauí tentou contato com o Grupo, mas não obteve retorno.
Fonte: G1 PI
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