- Passei um ano e quatro meses no Parnahyba, onde fui muito bem recebido. Claro que tivemos problemas, não do clube, mas do patrocinador que não cumpriu o combinado. O relacionamento com a torcida, dirigentes e impressa sempre foi mais de amizade do que profissionalismo. Entendo a chateação, mas tenho uma dívida com o Piauí. O carinho é recíproco, criamos um vínculo. Mas a lógica e a emoção não se juntam no futebol – ressaltou Moroni.
Paulo Moroni tem recepção pouco festiva em Parnaíba.Deixando de lado a relação Moroni & Parnahyba, o técnico aprovou o rendimento físico do time, porém voltou a falar do momento complicado do ataque. Pela segunda vez em menos de uma semana, o setor passou em branco. Cláudio até acertou uma bola na trave, mas Edson Di, Dênis e Silas não tiveram finalizações certas. O técnico afirmou que o sentimento aguerrido está brotando no time.
- Não poderia ser diferente. Enfrentamos uma equipe aguerrida e estamos tentando fazer isso aqui. Foi um jogo bem disputado com alternância em momentos bons e ruins para cada lado. Tivemos mais volume de jogo e não ficamos tão cansados. A diferença entre Parnahyba e Piauí é o tempo de preparo, digo de ritmo de jogo. O jogo de estreia que fica marcado pela raça dos jogadores.