MPE abre investigação contra obra do comercial carvalho em Floriano
14/02/2011 às 14:10 Atualizado em 14/02/2011 às 14:15 1 min de leitura

Os moradores protocolaram junto a promotoria um abaixo assinado e anexaram fotografias em um DVD, aonde denunciam o desrespeito e os prejuízos causados. Foi colhido e anexado também, depoimento da Srª. Otacília Ferreira dos Santos Neta, moradora, que confirmou os danos.
O procedimento vai apurar a extensão dos danos ao meio ambiente e aos moradores vizinhos a obra. O promotor de Justiça, Charlie Chan Andrade de Oliveira, vai solicitar as Secretarias do Município de Meio Ambiente e de Infra-estrutura cópias dos procedimentos que autorizaram a obra e notificará o Grupo Carvalho para que apresente defesa e elabore suas considerações.
Fonte: GP1
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Comentários (2)
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João Lourenço · 15/02/2011 às 17:18
Se todos os comercios e indústria e construtoras e outros investidores, progressos que vir pra Floriano for aberto processos pedidos pelos moradores onde vai ficar Floriano com seu dessenvolvimento? Que pensamento essa comunidade tem! Veja o estrago das enchurradas não só foi próximo o Supermercado Carvalho foi em todo Floriano veja a Rua Maria Gomes e Silva, no Bairro São Borjas prox. Praça do conj. Pedro Simplicio, por falta de limpeza publica o NIVEL DÀGUA subiu 40cm. Grato, João
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Jose Henrique da Silva Pereira · 14/02/2011 às 18:13
É bom que se investigue as pessoas que estão obstruindo o leito do Riacho Irapuá. No caso do comercial Carvalho acredito que a causa maior dos alagamentos é um prédio que foi construído no leito do riacho. Vou aproveitar para sugerir ao Ministério Público que entre faça parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e verifique a situação do leito do mesmo riacho no trecho compreendido entre a Av. Santos Dumont e Av. Eurípedes de Aguiar. Para verificar a quantidade de esgotos que são lançados no riacho. Como se isso não bastasse, muitos moradores ainda construiram cerca no leito. Nós da Associação de Moradores do Bairro Irapuá, discutimos este assunto onte, 13/02/2011, em nossa reunião e resolvemos encaminhas ofício à Secretaria do Meio Ambiente para tentar solucionar o problema. Caso nós não sejamos antendidos iremos acionar o Ministério Público.