Dentre os problemas apontados, segundo o Ministério Público, os principais são estruturais. Há exemplos de delegacias sem banheiros para a população há oito anos, outras sem zeladores há mais de seis meses, além de problemas de acessibilidade, falta de equipamentos e ainda questões relacionadas diretamente ao ofício policial, como ausência de coletes à prova de balas.

Participam da reunião o coronel Rubens Pereira, representando a Secretaria de Segurança Pública, além do Tribunal de Contas do Estado e a Controladoria Geral do Estado. Com estes dois últimos órgãos, o objetivo é firmar uma parceria de cooperação técnica para fiscalização de gastos.
O TCE informou que o objetivo é incorporar as questões prioritárias nas metas orçamentárias de 2017. O Ministério Público, constitucionalmente, é responsável pelo controle externo do trabalho policial. Contudo, o MPE no Piauí constatou problemas estruturais que impedem o bom funcionamento da atividade.