
O cantor de Nazaré, cidade do Recôncavo Baiano, canta "desde novinho" em bares e de tudo um pouco: arrocha, samba, pagode, lambada, reggae... Bem como a vida de quem toca na noite.
A carreira virou profissional no São João de 2014, mas só teve relevância a nível nacional oito anos depois quando a música do Cabaré começou a viralizar.
Antes, Nivaldo foi lavrador, ajudante de garçom, repositor de supermercados, auxiliar de serviços gerais e motoboy.
Ele passou a cantar apenas lambada para tentar se destacar diante da grande concorrência de bandas de arrocha em Salvador.
"Sentia uma competição muito grande, foi aí que eu pensei E se eu trilhar um caminho diferente? Tenho probabilidade de arrancar mais, diz Nivaldo ao g1.
"Saí do arrocha e migrei para lambada, mas no início recebi críticas. Já fui rejeitado de casa de show, já teve de público rejeitar também, mas eu falei vou até o fim e Deus proverás.
Fã de Beto Barbosa, o cantor de 32 anos diz que realmente gosta mesmo do gênero: "Não é porque estou no sucesso agora, mas é a lambada é uma parada que eu me sinto bem, sei desenrolar, meu tempo bate certo".