No Piauí, 89 cidades são obrigadas a fazer levantamento sobre Aedes
31/01/2017 às 08:51 Atualizado em 31/01/2017 às 10:02 2 min de leitura

O diretor da unidade de vigilância da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), Herlon Guimarães, explica que cada município tem um plano de ação sobre o trabalho, que envolve informação da população sobre o vetor e eliminação dos criadouros. O levantamento é feito, escolhendo uma casa por quarteirão em sequência e por amostragem e obedece um cronograma dividido em três momentos: o primeiro, a partir do dia 15 de março, o segundo a partir do dia 15 de maio e o último, no dia 15 de outubro.
“Isso é importante para mostrar o nível de infestação pelo mosquito para que possamos traçar ações dentro de um padrão avaliado e protocolado pelo Ministério d Saúde”, disse.
Segundo o diretor, todos os municípios receberam no início do ano, 60% do repasse do Governo Federal que deverá ser utilizado exclusivamente para o levantamento. Caso os municípios não obedeçam à solicitação do ministério, terão o repasse bloqueado e suas ações de combate ao mosquito prejudicadas.
“A gente teve uma mudança de gestores praticamente de 70% no Piauí, e pedimos que os novos gestores realizem esse trabalho em seus municípios”, falou o diretor.
Segundo Herlon, no ano passado foi realizado o mesmo levantamento e praticamente todas as cidades cumpriram todas as ações, reduzindo o número de casos de doenças relacionadas ao mosquito no estado.
“A exemplo do que tivemos ano passado, a gente solicita que os municípios permaneçam fazendo esse levantamento e possamos mostrar novamente os números reduzidos de casos do mosquito”, disse.
Fonte: G1 PI
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